As distribuidoras de energia terão no máximo 90 dias para cortar a luz de um consumidor inadimplente, respeitado o aviso de 15 dias antes de efetuado o corte. Depois de três meses do período de inadimplência, a luz não pode mais ser desligada e a empresa pode apenas cobrar judicial ou administrativamente (como na Serasa) os valores devidos. Além disso, a conta de luz deixará de ser vinculada ao imóvel e será de responsabilidade do consumidor.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Empresas de energia terão de instalar postos de atendimento ao consumidor em todos os municípios do país
Aneel obriga empresa de energia a ter postos de atendimento
Autor(es): André Borges
Valor Econômico
As distribuidoras de energia elétrica do país terão de instalar, no prazo máximo de um ano, postos de atendimento ao consumidor em todos os municípios do país. A nova regra, em vigor a partir de hoje, faz parte da nova norma que estabelece as condições gerais de fornecimento de energia elétrica, aprovada ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
PF prende governador do Amapá
PF prende governador do Amapá durante operação contra desvio de recursos; ex-governador também é detido
O governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), e o ex-governador do Estado Waldez Góes (PDT) foram presos na manhã desta sexta-feira (10) durante uma operação da Polícia Federal no Estado. A Operação Mãos Limpas cumpre mandados de prisão de integrantes de uma suposta organização criminosa composta por servidores públicos, agentes políticos e empresários, que praticava desvio de recursos públicos do Estado e da União.
O TRISTE FIM DE UM DISCURSO DIPLOMÁTICO
Marco Aurélio Garcia
Não é fácil poder dar, em um período relativamente curto, duas entrevistas às páginas amarelas da revista Veja. É preciso estar muito afinado com o conservadorismo raivoso dessa publicação para merecer tal distinção.
Sei disso por experiência própria. Há muitos anos, um colunista-fujão de Veja dedicou-me um artigo cheio de acusações e insultos. Ingenuamente, enviei minha resposta a esta publicação, que se proclama paladina da liberdade de expressão. Meu texto não foi publicado e, para minha surpresa, li uma semana mais tarde uma resposta à minha resposta não publicada.
Por que Serra insiste na quebra de sigilo
Para entender a ideia fixa de Serra
A insistência de José Serra em repisar obsessivamente a questão do sigilo fiscal de Verônica nada tem a ver com a campanha.
Tem a ver com essa nota do seu advogado Arnaldo Malheiros em Porque 2002, explicando algumas omissões na declaração de renda do então candidato José Serra - e publicada pelo leitor José Luiz Ribeiro da Silva no Portal Luís Nassif (clique aqui) em 22 de julho passado.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
17 milhões de sigilos quebrados - no Governo FHC!
por João Paulo Marat
joaopaulomarat@gmail.com
A ação da querilha que quebra sigilos fiscais não é desta eleição, nem de ontem, nem deste ano. É uma praga que atinge o Brasil há muito, e não é uma "estratégia" da campanha de Dilma Roussef, como tanto gostariam os integrantes do PSDB e do DEM.
Documentos provam que, ainda em 2009, um requerimento expedido por Arnaldo Faria de Sá ao presidente da CPI destinada a apurar a Violência Urbana pedia uma audiência pública para apurar que dados fiscais sigilosos estavam sendo vendidos por camelôs de São Paulo - em 2009. Entre os que tiveram seus sigilos violados estavam o presidente da República, Luís Inácio Lula, o ministro Mantega, o governador José Serra, Verônica Serra e outros menos cotados. É só conferir em
Tracking do iG-Bandeirantes
Segundo o Vox, nenhuma alteração na campanha
Análise de João Francisco Meira, do Vox Populi, sobre o tracking do iG-Bandeirantes: não está acontecendo nada.
Não existe nenhuma oscilação significativa, diz ele. Dada a natureza do tracking, tem que se acompanhar a curva dos candidatos, não os resultados diários. E a curva não mostra nenhuma alteração significativa após o caso do tal dossiê.
Campanha descarada da velha mídia
Imprensa abre jogo e rasga a fantasia
Vejam as manchetes desta quinta-feira, 9 de setembro de 2010, nos três principais jornais do país.
Folha de S. Paulo:
“Escândalo da Receita – Investigada consultou dados do genro de Serra”.
O Estado de S. Paulo:
“Genro de Serra teve sigilo fiscal violado”.
O Globo:
“Serra reage e diz que Lula serve à estratégia `caixa-preta´do PT”.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
TRE multa Google por vídeo alterado de Netinho
Vídeo com conteúdo ofensivo motivou a ação
O juiz auxiliar da propaganda eleitoral Luís Francisco Aguilar Cortez aplicou nesta terça-feira (7) multa de R$ 50 mil a Google Brasil Internet Ltda. O motivo é a veiculação de um vídeo no YouTube de uma apresentação de Netinho de Paula (PC do B), vereador e candidato ao Senado por São Paulo, com uma versão alterada de sua música de campanha.
Quebra de sigilo: o fato novo que virou um traque
O fato novo
Marcos Coimbra
Quem, nas duas últimas semanas, leu os colunistas dos “grandes jornais” (os três maiores de São Paulo e Rio) deve ter notado a insistência com que falaram (ou deixaram implícito) que as eleições presidenciais não estavam definidas. Contrariando o que as pesquisas mostravam (a avassaladora dianteira de Dilma), fizeram quase um coro de que “nada era definitivo”, pois fatos novos poderiam alterar o cenário.
Reforma agrária, combate às drogas e ProUni
Na coluna O Presidente Responde desta semana, leitores do Espírito Santo e São Paulo perguntaram sobre a necessidade de reforma agrária no País, a possibilidade de se cursar MBA pelo ProUni e o apoio governamental a grupos de apoio a ex-dependentes químicos de drogas e álcool.
A questão sobre reforma agrária foi enviada pelo fotógrafo de São Mateus (ES), Ademilson Viana, que quer saber quando ela acontecerá “efetivamente no Brasil sem a necessidade de o Movimento Sem Terra ocupar terras”.
Marina sugere que Serra quer se fazer de vítima
Marina diz que condena o uso do escândalo da Receita na campanha
A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, sugeriu ontem que o adversário José Serra (PSDB) tenta “se fazer de vítima” para ganhar votos com o escândalo da Receita.
Numa referência ao tucano, a senadora condenou a exploração do caso na campanha e insinuou que ele quer ganhar votos com a quebra do sigilo fiscal da filha.
“As eleições estão indo por um caminho que não interessa ao Brasil”, disse, em entrevista. “Interessa para alguém ganhar as eleições se fazendo de vítima para, de acordo com as circunstâncias, angariar a simpatia do eleitor”.
‘Hoje o Brasil é um País respeitado internacionalmente', diz Dilma
Segundo Dilma, rompimento com FMI é exemplo da soberania brasileira. Candidata disse que pretende preservar essa conquista do governo Lula
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira (7) que o Brasil precisa reforçar o que ela chama de “ideias-força”, como independência, soberania, desenvolvimento e inclusão. No dia da independência do Brasil, Dilma citou como exemplo de soberania o rompimento com “a tutela" do Fundo Monetário Internacional (FMI).
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Tracking Vox Populi/Band/iG: Dilma 56%, Serra 21%
Cientistas políticos afirmam que o caso da violação de sigilo da filha de José Serra (PSDB) não alterou a escolha do eleitor - iG São Paulo 07/09/2010 17:02
No sétimo dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 56% e o tucano José Serra 21% das intenções de voto. Em relação ao primeiro dia da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscilou positivamente cinco pontos percentuais. O candidato tucano teve oscilação negativa de quatro pontos percentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos. No dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25%.
A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, manteve-se com 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.
De acordo com cientistas políticos ouvidos pelo iG, o movimento apresentado pelo tracking evidencia que a violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e de Verônica Allende Serra, filha do presidenciável tucano, não interferiu na escolha do eleitor. “A Dilma ficou uma semana sob fogo cruzado, mas a crise (da quebra do sigilo) não colou na campanha”, afirma Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político e pesquisador da PUC-SP e da Fundação Getúlio Vargas.
“A tendência das eleições está dada”, afirmou o presidente da Arko Advice. Ele diz que desde o ano passado já esperava uma vitória da candidata petista no primeiro turno, mas a grande surpresa no processo eleitoral “é a tamanha vantagem da Dilma”. Com relação ao candidato tucano, Aragão vaticina: “Serra está perdido. Hoje ele é um passageiro da campanha”.
Ainda em relação ao escândalo do sigilo, Teixeira diz que “Serra deu um tiro no pé” ao atribuir a Dilma a quebra do sigilo e, logo no início, pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a impugnação da candidatura petista. “Ao negar o pedido, o TSE sinalizou que o problema pode ser do PT, mas não é da campanha da Dilma”, diz o cientista político. Segundo ele, os tucanos também caíram em uma saia justa com as denúncias, no Rio Grande do Sul, de que um sargento que atuava na Casa Militar responsável pela segurança da governadora Yeda Crusius (PSDB) teria acessado dados confidenciais do candidato Tarso Genro (PT). Leia Mais
No sétimo dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 56% e o tucano José Serra 21% das intenções de voto. Em relação ao primeiro dia da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscilou positivamente cinco pontos percentuais. O candidato tucano teve oscilação negativa de quatro pontos percentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos. No dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25%.
A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, manteve-se com 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.
De acordo com cientistas políticos ouvidos pelo iG, o movimento apresentado pelo tracking evidencia que a violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e de Verônica Allende Serra, filha do presidenciável tucano, não interferiu na escolha do eleitor. “A Dilma ficou uma semana sob fogo cruzado, mas a crise (da quebra do sigilo) não colou na campanha”, afirma Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político e pesquisador da PUC-SP e da Fundação Getúlio Vargas.
“A tendência das eleições está dada”, afirmou o presidente da Arko Advice. Ele diz que desde o ano passado já esperava uma vitória da candidata petista no primeiro turno, mas a grande surpresa no processo eleitoral “é a tamanha vantagem da Dilma”. Com relação ao candidato tucano, Aragão vaticina: “Serra está perdido. Hoje ele é um passageiro da campanha”.
Ainda em relação ao escândalo do sigilo, Teixeira diz que “Serra deu um tiro no pé” ao atribuir a Dilma a quebra do sigilo e, logo no início, pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a impugnação da candidatura petista. “Ao negar o pedido, o TSE sinalizou que o problema pode ser do PT, mas não é da campanha da Dilma”, diz o cientista político. Segundo ele, os tucanos também caíram em uma saia justa com as denúncias, no Rio Grande do Sul, de que um sargento que atuava na Casa Militar responsável pela segurança da governadora Yeda Crusius (PSDB) teria acessado dados confidenciais do candidato Tarso Genro (PT). Leia Mais
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Rovai: Velha mídia condenou analista que não quebrou sigilo
Amarante e Amaury Ribeiro Jr., as novidades do caso dos sigilos
As notas abaixo desta e que foram escritas antes do feriado apontando uma trilha para ser seguida na investigação das quebras de sigilo ainda estão bastante atuais.
Mas há dois fatos novos que merecem ser destacados.
Ontem e hoje muitos veículos exploraram a quebra de sigilo em Minas Gerais, na cidade de Formiga, cidade onde nasceu Baby Rose. Quem é Baby Rose? Garanto que não é ninguém ligada a investigações ou quebras de sigilo.
O fato é que nem ela e nem o analista tributário Gilberto Souza Amarante, quebraram sigilo algum. Mas no caso de Amarante, seu nome foi parar no centro da manchete de vários jornais como se fosse um meliante, um vagabundo petista que se presta a fuçar a intimidade de pessoas suspeitas (sim, suspeitas).
Tracking VoxPopuli/Band/IG: Dilma 55% e Serra 22%
Dilma dispara: abre 55% a 22% sobre Serra
Em seis dias de medição do tracking VoxPopuli/Band/IG, Dilma Rousseff subiu de 51% para 55%, e José Serra caiu de 25% para 22%.
Esta é uma alteração real de cenário, pois nos dois casos supera a margem de erro do rastreamento, de 2,2 pontos percentuais.
Governo de SP é condenado por racismo em sala de aula
O governo de São Paulo foi condenado pela prática de racismo cometido por uma professora da rede estadual. O caso ocorreu no ano de 2002 na escola Francisco de Assis, no bairro do Ipiranga em São Paulo (SP). Na ocasião, um estudante negro, de sete anos de idade, teve problemas psicológicos e precisou ser transferido de escola. Conforme a sentença da 5ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, a família do estudante receberá uma indenização por danos morais no valor de R$ 20,4 mil.
Marcos Coimbra: oposição já deve se preocupar com o dia seguinte
Como o 3 de outubro torna-se mais e mais previsível, é hora de começar a especular sobre como será o dia 4. Ele chega logo e é bom estar preparado para entendê-lo. É fácil imaginar a alegria de Dilma Rousseff, Lula, o PT, seus aliados e o governo. Não custa sublinhar o caráter histórico da vitória que deverão comemorar. E as oposições? Como viverão esse dia?
Chile: o verdadeiro milagre dos milagres
O escritor chileno Ariel Dorfman contextualiza o desastre na mina San José: a secular exploração dos mineiros, a sabedoria organizativa passada de geração em geração. E pede o milagre de que as coisas mudem em seu país. "O mundo maravilhou-se com a maneira pela qual os trinta e três mineiros confinados debaixo da terra de San José se organizaram em turnos, criaram uma hierarquia de mando e elaboraram um plano de sobrevivência usando os talentos e recursos acumulados ao longo de uma vida de trabalho tenaz. Eu confesso, em troca, não sentir surpresa alguma. É assim que os trabalhadores chilenos sempre resistiram e sobreviveram aos desafios mais formidáveis".
Dona Neusa, a eleitora de Dilma que deixou o PIG falando sozinho
Às vezes, a melhor análise política não está em grandes reportagens nem em artigos de especialistas. Está nas pequenas matérias escondidas no meio do jornal. É o caso desta entrevista com a dona Neusa da Silva, eleitora de Dilma, publicada na edição deste domingo (5) do Jornal da Tarde (SP). A diarista que mora em São Paulo conseguiu, com quatro respostas curtas, desmontar completamente os argumentos que a imprensa golpista e a oposição insistem em lançar contra a candidata Dilma.
Coligação de José Serra foi advertida pelo TSE
TSE adverte coligação de Serra a identificar-se de forma clara
A coligação “O Brasil pode mais”, cujo candidato à Presidência da República é José Serra, foi advertida pelo ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a identificar, em suas futuras propagandas na televisão, o nome da coligação de forma clara e legível.
De acordo com representação ajuizada pela coligação “Para o Brasil seguir mudando”, que apoia Dilma Rousseff, a identificação da coligação de Serra “somente se consegue enxergar com uma lupa”.(Leia em Tribuna do Norte)
Dilma quer o fortalecimento do sistema da Receita Federal
Agência Brasil
BRASÍLIA - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, defendeu neste domingo, em entrevista coletiva, o aprimoramento dos controles da Receita Federal e disse que, se for eleita, fortalecerá os mecanismos do sistema de banco de dados do órgão.
A estratégia tucana é atacar o PT para atingir Dilma
Com a iminente derrota o candidato tucano, José Serra, está partindo para o desespero. A nova estratégia é mirar no PT para atingir Dilma.
Jose Serra tem o apoio do PIG para fortalecer seus ataques ao PT e à candidata. Teremos semanas de factóides requentados e pouquíssimo espaço (ou nenhum) para o PT defender-se.
Jose Serra tem o apoio do PIG para fortalecer seus ataques ao PT e à candidata. Teremos semanas de factóides requentados e pouquíssimo espaço (ou nenhum) para o PT defender-se.
Marcela Rocha, repórter do portal Terra, conta como será a estratégia tucana.
domingo, 5 de setembro de 2010
Enquanto Serra acusa, Dilma sobe nas pesquisas
As pesquisas indicam que o factóide dos sigilos ficais não estão dando certo. Entretanto,deveremos ter mais baixarias nas próximas semanas.
Tracking VoxPopuli/Band/iG
Possível armação da Globo para véspera da eleição
Do blog Luis Nassif
Qual a bala de prata, a reportagem que será apresentada no Jornal Nacional na quinta-feira que antecederá as eleições, visando virar o jogo eleitoral, sem tempo para a verdade ser restabelecida e divulgada?
Ontem, no Sarau, conversei muito com um dos nossos convivas. Para decifrar o enigma, ele seguiu o seguinte roteiro:
1. Há tempos a velha mídia aboliu qualquer escrúpulo, qualquer limite. Então tem que ser o episódio mais ignóbil possível, aquele campeão, capaz de envergonhar a velha mídia por década mas fazê-la acreditar ser possível virar o jogo.Esse episódio terá que abordar fatos apenas tangenciados até agora, mas que tenham potencial de afetar a opinião pública.
2. Nas pesquisas qualitativas junto ao eleitor médio, tem sobressaído a questão da militância de Dilma Rousseff na guerrilha. Aliás, por coincidência, conversei com a Bibi que me disse, algo escandalizada, que coleguinhas tinham falado que Dilma era "bandida" e "assassina". Aqui em BH, a Sofia, neta do meu primo Oscar, disse que em sua escola - em Curitiba - as coleguinhas repetem a mesma história. Mais
Qual a bala de prata, a reportagem que será apresentada no Jornal Nacional na quinta-feira que antecederá as eleições, visando virar o jogo eleitoral, sem tempo para a verdade ser restabelecida e divulgada?
Ontem, no Sarau, conversei muito com um dos nossos convivas. Para decifrar o enigma, ele seguiu o seguinte roteiro:
1. Há tempos a velha mídia aboliu qualquer escrúpulo, qualquer limite. Então tem que ser o episódio mais ignóbil possível, aquele campeão, capaz de envergonhar a velha mídia por década mas fazê-la acreditar ser possível virar o jogo.Esse episódio terá que abordar fatos apenas tangenciados até agora, mas que tenham potencial de afetar a opinião pública.
2. Nas pesquisas qualitativas junto ao eleitor médio, tem sobressaído a questão da militância de Dilma Rousseff na guerrilha. Aliás, por coincidência, conversei com a Bibi que me disse, algo escandalizada, que coleguinhas tinham falado que Dilma era "bandida" e "assassina". Aqui em BH, a Sofia, neta do meu primo Oscar, disse que em sua escola - em Curitiba - as coleguinhas repetem a mesma história. Mais
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